A Estrutura
A faixa superior foi destinada a navegação e manipulação de fotos. Enquanto a faixa inferior foi reservada para a visualização e gerenciamento de tags e/ou grupos de tags. Para balancear essas duas faixas, temos a faixa de comandos na área central.
Cores
A utilização das cores tem maior impacto na sessão de manipulação de tags. Como temos três tipos de marcadores com grau de importância distintos, é necessário aplicar uma cor para cada uma delas.
A tag primária representa um marcador com maior possibilidade de se adequar ao contexto que usuário deseja compartilhar. Para tanto, foi selecionada a cor verde. Esta cor é convencionada como uma cor positiva, interpretada como algo que desencadeia um processo (natural) e se faz de forma correta. Podemos ver exemplos da aplicação em semáforos, confirmação de ações na Web, botão de celulares para fazer chamada e até mesmo alguns jargões.
A tag secundária representa um marcador cujo contexto é utilizado ocasionalmente. A cor intermediária entre verde e amarelo se encaixa na interpretação pois representa neutralidade e passividade.
Foi utilizada a cor amarela para a tag terciária. A sugestão do marcador foi relacionada através de conexão distante de dados, sendo possível que o usuário descarte por falta de um contexto maior em relação a foto em questão. O amarelo é conhecido pela possibilidade de causar vacilo na decisão por parte do usuário ou causar distração, isto faz com que haja cautela extra ao escolher uma tag.
Símbolos, Botões e escolhas.
Uma das principais características do ambiente que convidam o usuário a realizar uma determinada ação são as modificações que ocorrem no cursor do mouse ao passar por cima de fotos ou tags. Passando a mensagem que aquilo pode ser “manipulado” através do clique e arraste.
Reverter um erro cometido foi a primeira escolha ao se pensar na funcionalidade dos botões. Evitamos que o usuário passe por um processo mais demorado caso cometa qualquer operação não desejada e permite que sinta-se seguro para ousar realizar procedimentos de maneira rápida. A idéia surgiu a partir de conceito simples. O interruptor. Você pode desligar e ligar quando quiser. A transparência quando o botão está desativado demonstra o indício de que ele pode retornar a seu estado ativado.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
[Semiótica] AP1 Análise Semiótica de Vídeo Publicitário
Introdução
Em suas peças publicitárias, a marca escocesa de uísques Johnnie Walker tem por praxe se esquivar das associações usuais que se fazem com produtores de bebidas alcóolicas – mulheres, carros, sensualidade e bobos triunfos obtidos através do consumo de álcool.
Sua identidade visual tenta desde o ínicio se vincular a histórias bem criadas (fictícias ou não) que ilustram situações de superação, iniciativa pioneira e até transcendência.¹
No vídeo publicitário aqui a ser analisado “Human” ou “The Android”, é proposta novamente uma visão positiva da vida e principalmente do homem como produtor principal de sua história, já que no filme, o personagem principal, um andróide, convoca o espectador (homem) a fazer algo único.
E é justamente esse o poder apelativo das peças veiculadas para a Johnnie Walker, temas atemporais que tocam pontos cruciais da existência humana, como o futuro tecnológico, que as fazem frutos de interessantes análises e também se constituem boas respostas mercadológicas.
Por fim, por mais que haja grande importância no discurso durante o vídeo, nossa análise aqui procurará se reter mais aos conceitos imagéticos dados a nós de suporte mais claro pela semiótica peirciana, mesmo sabendo que esta teoria dos signos se propõe a analisar todo o fênomeno que se nos apresenta a mente.
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1: Vídeo institucional ilustrando a história da marca: http://www.youtube.com/watch?v=MnSIp76CvUI acesso em 30/04/2011.
Uma breve apresentação da semiótica de Charles S. Peirce
Segundo Santaella (1983), a fenomenologia tenta explicar todas as coisas que aparecem em todos os sentidos, ou seja, tenta analisar as experiências humanas. Para realizar essas análises temos que desenvolver três habilidades: a capacidade contemplativa, distinguir as diferenças nas observações, saber generalizar o que foi observado em categorias.
A primeira tentativa de Peirce em criar categorias para suas análises ocorreu em cima do material dos fenômenos (madeira, ferro, carne, etc.). Logo percebeu que este tipo de classificação não era adequada, suas observações envolviam objetos mais complexos.
Após alguns anos, muitas observações e esforço, Peirce desenvolve novas instâncias, são elas três: primeiridade, secundidade e terceiridade. Isso inicia os estudos de Peirce em torno de tríades.
A primeiridade consiste em algo novo, a primeira sensação, pensamento espontâneo, livre. Essa primeira impressão das coisas caracteriza-se pela qualida),é apenas o imediato, se pensarmos em uma dor de cabeça forte, logo a primeiridade seria a dor, nada mais que isso. A secundidade caracteriza-se pelo o que realmente é, depois que há a primeira impressão do signo e ocorre um pensamento a cerca disso, podemos dizer que que a secundidade já está ocorrendo. Por fim temos a terceridade, que consiste na interpretação do signo, onde há espaço para diversos pensamentos distintos a cerca de um único “objeto”.
Indo um pouco mais a fundo, da semiótica peirciana (Santaella, 2002) podemos falar sobre o signo, sendo este algo que representa outra coisa ou seu objeto. O signo tem diferentes formas de se relacionar, entramos novamente em tríades, ele pode se relacionar consigo mesmo, com o seu objeto dinâmico ou com seu interpretante. Cada relação há outras três classificações cada, quando tratamos com relações entre o signo e ele mesmo temos: quali-signo, sin-signo e legi-signo. Quando há relações entre o signo e seu objeto dinâmico o signo é dividido entre índice, ícone e símbolo. E por fim quando ocorre relações entre o signo e seu interpretante temos outras três classificações: rema, discente e argumento.
Narrativa
O vídeo publicitário feito pela Bartle Bogle Hegarty “The Johnnie Walker Human” ou “The Android” para a fabricante de uísque Johnnie Walker nos traz um anúncio do futuro a partir do ponto de vista de um andróide ou ciborgue.
O comercial com cerca de um minuto nos apresenta inicialmente ,num plano geral, um corredor de biblioteca com vários bustos entre suas estantes e ao final dele, alguém sentado em uma poltrona. Em seguida temos um corte para um livro numa mesa, ao lado de uma lupa e então surge a face em perfil, num plano americano, do andróide.
O plano então começa a girar e em uma sequência de cortes ilustrando peças e artigos comuns a uma biblioteca antiga, o personagem inicia sua fala²: “Eu sou mais rápido que você, eu sou mais forte que você. Por certo durarei mais que você. Você pode pensar que eu sou o futuro, mas você está errado. Você é. Se eu pudesse fazer um pedido, eu pediria ser humano.” Nesse ponto a cena é cortada para um plano que mostra o andróide na natureza e em seguida uma borboleta parada numa folha. Logo em seguida o personagem captura a borboleta com a mão. Nesse interim, ele continua o monólogo: “Saber como é (...) sentir. Ter esperança, desesperar-se, maravilhar-se, amar. Eu posso atingir a imortalidade só por não me desgastar. Você pode se tornar imortal simplesmente realizando um único grande feito”.
Nesse último perído temos um corte na música, enfatizando ainda mais o tom apoteótico da frase. Ainda quanto a trilha, cabe notar aqui que ela segue a cadência usual de vídeo que se utilizam do clímax como efeito apelativo: inicia baixinha, lenta, suave e segue aumentando de volume até o ponto limite, aqui o último perído, como já dito.
“Human” foi desenvovido pela Agência Bartle Bogle Hagerty, Londres.
Diretor de Criação: John Hegart.
Direção de Arte: Justin Moore and Steve Robertson.
Produtor: Kristin Armstrong.
A filmagem foi dirigida por Dante Ariola, produzida por Debbie Turner. Edição por Andrea McArthur.
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2: A fala aqui foi traduzida por nós livremente da propaganda original em inglês.
Análise do Objeto
Na primeira parte da análise, temos como foco o ambiente onde se passa a narrativa. Um corredor com estátuas de figuras notáveis que abrem alas à uma biblioteca repleta de artefatos históricos onde uma figura futurista está acomodada em uma poltrona. Neste momento, atenção do telespectador é atraída por indagações sobre do que se trata, principalmente por haver um choque com o antigo e o novo. Nesta etapa, o interpretador começa a conjecturar significados, mesmo que de forma errônea. Este nível ainda superficial é categorizado como Rema.
Quando o androide inicia seu diálogo comparando suas características físicas com as de um humano, a ideia gerada começa a ser reformulada ou ser lapidada. Os princípios rapidez, força e longevidade sempre foram atributos enaltecidos pelas sociedades antigas, até mesmo hoje ainda servem como referência competitiva. No momento que o androide termina as comparações o usuário já tem um preconceito do que se trata, principalmente por se tratar de um interlocutor fictício falando de suas características sobre-humanas. Está particularização da ideia a partir da análise dos indícios encontrados na cena e nos diálogos se enquadra no segundo nível de interpretação, o Dícente.
Os criadores da peça publicitária tem em mente que o interpretador tentará associar a cena à uma comparação das características humanas de maneira negativa em relação às do andróide, obviamente mostrando como o segundo será o futuro. Neste momento há uma quebra do preconceito. O androide informa ao telespectador como está errado em pensar desta forma. Na verdade o humano é o futuro. Em seguida são descritos diversos atributos emocionais. Nota-se que as descrições realizadas nestas, são bem mais enfáticas, seja através do discurso ou imagens mostradas. A cena do androide no meio natural, mostra o quanto ele está estranho naquele ambiente. O telespectador tem um novo momento para criar nova ideia do que se trata. Os criadores do comercial tentam guiar o telespectador a fechar sua interpretação ao fechar o diálogo com a mensagem de que precisa fazer “apenas uma coisa notável”. A interpretação é formulada e o conceito formado. Temos o Argumento.
Conclusão
Podemos perceber que a campanha em questão quebra claramente o conceito estabelecido por outras marcas, dessa forma traz ao público apenas um simples conceito, porém significativo, que muitos desejam ter, o conceito de superação apesar dos pesares. A marca consegue mexer com o sentimento do consumidor e fazê-lo pensar mais profundamente causando-lhe uma qualidade de nostalgia, o conceito proposto é atrelado fortemente levando muitos consumidores a buscar seus produtos, não só pela qualidade, mas também pela essência que foi anexada ao nome da empresa.
Referências
Niemeyer, L.(2007). Elementos de semiótica aplicado.
Santaella, L. (1983). O que é Semiótica. São Paulo: Brasiliense.
Santaella, L. (2002) . Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson.
Em suas peças publicitárias, a marca escocesa de uísques Johnnie Walker tem por praxe se esquivar das associações usuais que se fazem com produtores de bebidas alcóolicas – mulheres, carros, sensualidade e bobos triunfos obtidos através do consumo de álcool.
Sua identidade visual tenta desde o ínicio se vincular a histórias bem criadas (fictícias ou não) que ilustram situações de superação, iniciativa pioneira e até transcendência.¹
No vídeo publicitário aqui a ser analisado “Human” ou “The Android”, é proposta novamente uma visão positiva da vida e principalmente do homem como produtor principal de sua história, já que no filme, o personagem principal, um andróide, convoca o espectador (homem) a fazer algo único.
E é justamente esse o poder apelativo das peças veiculadas para a Johnnie Walker, temas atemporais que tocam pontos cruciais da existência humana, como o futuro tecnológico, que as fazem frutos de interessantes análises e também se constituem boas respostas mercadológicas.
Por fim, por mais que haja grande importância no discurso durante o vídeo, nossa análise aqui procurará se reter mais aos conceitos imagéticos dados a nós de suporte mais claro pela semiótica peirciana, mesmo sabendo que esta teoria dos signos se propõe a analisar todo o fênomeno que se nos apresenta a mente.
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1: Vídeo institucional ilustrando a história da marca: http://www.youtube.com/watch?v=MnSIp76CvUI acesso em 30/04/2011.
Uma breve apresentação da semiótica de Charles S. Peirce
Segundo Santaella (1983), a fenomenologia tenta explicar todas as coisas que aparecem em todos os sentidos, ou seja, tenta analisar as experiências humanas. Para realizar essas análises temos que desenvolver três habilidades: a capacidade contemplativa, distinguir as diferenças nas observações, saber generalizar o que foi observado em categorias.
A primeira tentativa de Peirce em criar categorias para suas análises ocorreu em cima do material dos fenômenos (madeira, ferro, carne, etc.). Logo percebeu que este tipo de classificação não era adequada, suas observações envolviam objetos mais complexos.
Após alguns anos, muitas observações e esforço, Peirce desenvolve novas instâncias, são elas três: primeiridade, secundidade e terceiridade. Isso inicia os estudos de Peirce em torno de tríades.
A primeiridade consiste em algo novo, a primeira sensação, pensamento espontâneo, livre. Essa primeira impressão das coisas caracteriza-se pela qualida),é apenas o imediato, se pensarmos em uma dor de cabeça forte, logo a primeiridade seria a dor, nada mais que isso. A secundidade caracteriza-se pelo o que realmente é, depois que há a primeira impressão do signo e ocorre um pensamento a cerca disso, podemos dizer que que a secundidade já está ocorrendo. Por fim temos a terceridade, que consiste na interpretação do signo, onde há espaço para diversos pensamentos distintos a cerca de um único “objeto”.
Indo um pouco mais a fundo, da semiótica peirciana (Santaella, 2002) podemos falar sobre o signo, sendo este algo que representa outra coisa ou seu objeto. O signo tem diferentes formas de se relacionar, entramos novamente em tríades, ele pode se relacionar consigo mesmo, com o seu objeto dinâmico ou com seu interpretante. Cada relação há outras três classificações cada, quando tratamos com relações entre o signo e ele mesmo temos: quali-signo, sin-signo e legi-signo. Quando há relações entre o signo e seu objeto dinâmico o signo é dividido entre índice, ícone e símbolo. E por fim quando ocorre relações entre o signo e seu interpretante temos outras três classificações: rema, discente e argumento.
Narrativa
O vídeo publicitário feito pela Bartle Bogle Hegarty “The Johnnie Walker Human” ou “The Android” para a fabricante de uísque Johnnie Walker nos traz um anúncio do futuro a partir do ponto de vista de um andróide ou ciborgue.
O comercial com cerca de um minuto nos apresenta inicialmente ,num plano geral, um corredor de biblioteca com vários bustos entre suas estantes e ao final dele, alguém sentado em uma poltrona. Em seguida temos um corte para um livro numa mesa, ao lado de uma lupa e então surge a face em perfil, num plano americano, do andróide.
O plano então começa a girar e em uma sequência de cortes ilustrando peças e artigos comuns a uma biblioteca antiga, o personagem inicia sua fala²: “Eu sou mais rápido que você, eu sou mais forte que você. Por certo durarei mais que você. Você pode pensar que eu sou o futuro, mas você está errado. Você é. Se eu pudesse fazer um pedido, eu pediria ser humano.” Nesse ponto a cena é cortada para um plano que mostra o andróide na natureza e em seguida uma borboleta parada numa folha. Logo em seguida o personagem captura a borboleta com a mão. Nesse interim, ele continua o monólogo: “Saber como é (...) sentir. Ter esperança, desesperar-se, maravilhar-se, amar. Eu posso atingir a imortalidade só por não me desgastar. Você pode se tornar imortal simplesmente realizando um único grande feito”.
Nesse último perído temos um corte na música, enfatizando ainda mais o tom apoteótico da frase. Ainda quanto a trilha, cabe notar aqui que ela segue a cadência usual de vídeo que se utilizam do clímax como efeito apelativo: inicia baixinha, lenta, suave e segue aumentando de volume até o ponto limite, aqui o último perído, como já dito.
“Human” foi desenvovido pela Agência Bartle Bogle Hagerty, Londres.
Diretor de Criação: John Hegart.
Direção de Arte: Justin Moore and Steve Robertson.
Produtor: Kristin Armstrong.
A filmagem foi dirigida por Dante Ariola, produzida por Debbie Turner. Edição por Andrea McArthur.
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2: A fala aqui foi traduzida por nós livremente da propaganda original em inglês.
Análise do Objeto
Na primeira parte da análise, temos como foco o ambiente onde se passa a narrativa. Um corredor com estátuas de figuras notáveis que abrem alas à uma biblioteca repleta de artefatos históricos onde uma figura futurista está acomodada em uma poltrona. Neste momento, atenção do telespectador é atraída por indagações sobre do que se trata, principalmente por haver um choque com o antigo e o novo. Nesta etapa, o interpretador começa a conjecturar significados, mesmo que de forma errônea. Este nível ainda superficial é categorizado como Rema.
Quando o androide inicia seu diálogo comparando suas características físicas com as de um humano, a ideia gerada começa a ser reformulada ou ser lapidada. Os princípios rapidez, força e longevidade sempre foram atributos enaltecidos pelas sociedades antigas, até mesmo hoje ainda servem como referência competitiva. No momento que o androide termina as comparações o usuário já tem um preconceito do que se trata, principalmente por se tratar de um interlocutor fictício falando de suas características sobre-humanas. Está particularização da ideia a partir da análise dos indícios encontrados na cena e nos diálogos se enquadra no segundo nível de interpretação, o Dícente.
Os criadores da peça publicitária tem em mente que o interpretador tentará associar a cena à uma comparação das características humanas de maneira negativa em relação às do andróide, obviamente mostrando como o segundo será o futuro. Neste momento há uma quebra do preconceito. O androide informa ao telespectador como está errado em pensar desta forma. Na verdade o humano é o futuro. Em seguida são descritos diversos atributos emocionais. Nota-se que as descrições realizadas nestas, são bem mais enfáticas, seja através do discurso ou imagens mostradas. A cena do androide no meio natural, mostra o quanto ele está estranho naquele ambiente. O telespectador tem um novo momento para criar nova ideia do que se trata. Os criadores do comercial tentam guiar o telespectador a fechar sua interpretação ao fechar o diálogo com a mensagem de que precisa fazer “apenas uma coisa notável”. A interpretação é formulada e o conceito formado. Temos o Argumento.
Conclusão
Podemos perceber que a campanha em questão quebra claramente o conceito estabelecido por outras marcas, dessa forma traz ao público apenas um simples conceito, porém significativo, que muitos desejam ter, o conceito de superação apesar dos pesares. A marca consegue mexer com o sentimento do consumidor e fazê-lo pensar mais profundamente causando-lhe uma qualidade de nostalgia, o conceito proposto é atrelado fortemente levando muitos consumidores a buscar seus produtos, não só pela qualidade, mas também pela essência que foi anexada ao nome da empresa.
Referências
Niemeyer, L.(2007). Elementos de semiótica aplicado.
Santaella, L. (1983). O que é Semiótica. São Paulo: Brasiliense.
Santaella, L. (2002) . Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson.
[Semiótica] Análise de Embalagem
Enlatado Swift
As cores tem influência na ideia de praticidade e apetite. O azul com toques de degradê no rótulo caracteriza a tranquilidade do cliente ao consumir o alimento. Basta abrir a lata e esquentar seu conteúdo de forma bastante prática. O vermelho é interpretado como a cor do sangue, da carne. Fazendo com que o consumidor abra seu apetite ao visualizar a marca. Para finalizar ainda temos as fotos meramente ilustrativas para aumentar o apelo ao produto.As linhas sinuosas presentes representa modernidade, além de também poder fazer analogia com o corte de carne.
[Semiótica] Nome da Rosa - Análise
No filme baseado na obra de Humberto Eco. Temos uma forte influência de sombra para caracterização dos personagens. A escuridão quase reflete o retrato da alma dos personagens. Quanto mais obscura uma determinada figura aparece, mais segredos e suspense ela guarda consigo, as técnicas utilizadas vão desde a indumentária utilizada(mantos e capuzes) até aquelas que simulam a influência do ambiente sombrio.
A parte que mais me fascina (como em todo romance policial) são os indícios dos crimes e eventos. O acumulo de corvos no terreno ao lado da abadia indicam que a pouco tempo um corpo fora enterrado no local. O simples fato de um monge “aflito” entrar num local e depois sair aliviado indica para o protagonista(extremamente atencioso). O crime se revela pelos padrões de manchas no indicador e na língua. Quase todos os detalhes são passíveis de uma inspeção semiótica.
O personagem coadjuvante Adso tem um contraste evidente em relação aos demais. Ao contrário das sombras que cobrem os outros, ele possui uma iluminação especial, representando uma pureza e ingenuidade quase pueril, característica daqueles que ainda irão enfrentar as amarguras da vida.
[Semiótica] Imagem Pessoal
Símbolo do Mentor
Este símbolo foi desenvolvido por mim na época do colégio. Tinha o costume de desenhá-lo nos locais onde passava, principalmente quando ocorria algum evento significativo. Depois de algum tempo, passou a ser minha assinatura. Os amigos e outras pessoas passaram a identificar como o símbolo do Mentor(apelido). A criação do símbolo foi influenciada pelo gosto ao jogo de tabuleiro do tipo RPG.
Desenho de um sonho.
Realizado no laboratório. Tentei representar um pesadelo que tenho ocasionalmente: o de que estou caindo. As cores destoantes num padrão semelhante ao de hipnose representam a sensação de vertigem que sinto quando o pesadelo ocorre.
Este símbolo foi desenvolvido por mim na época do colégio. Tinha o costume de desenhá-lo nos locais onde passava, principalmente quando ocorria algum evento significativo. Depois de algum tempo, passou a ser minha assinatura. Os amigos e outras pessoas passaram a identificar como o símbolo do Mentor(apelido). A criação do símbolo foi influenciada pelo gosto ao jogo de tabuleiro do tipo RPG.
Desenho de um sonho.
Realizado no laboratório. Tentei representar um pesadelo que tenho ocasionalmente: o de que estou caindo. As cores destoantes num padrão semelhante ao de hipnose representam a sensação de vertigem que sinto quando o pesadelo ocorre.
[Semiótica] Análise das páginas 7-13, Primeiros passos para a Semiótica
O texto se inicia explicando os conceitos mais básicos por trás da fenomenologia. O conjunto de sensações ativadas a partir de um fator externo ou interno, sem o peso de preconceitos ou argumentos. O sentimento natural e primordial.
Para tal processo, Pierce sintetizou três etapas. A primeira é a recepção, caracterizada pela capacidade contemplativa do indivíduo para absorver aquilo que é claro e aquilo que está por trás dos bastidores da contemplação. A segunda etapa é diferenciar e filtrar. Na última etapa o indivíduo está apto a inserir seu conceito em contextos gerais ou categorias, transpondo os paradigmas gerais da ideia, tornando-a natural para ele. As três etapas foram nomeadas de Qualidade,Relação e Representação, respectivamente.
Para esclarecer o leitor, a autora resume algumas teorias e categorias: Teoria do Protoplasma, evolução, contexto da fisiologia e da Física. Todas elas como manifestações da psiquê do indivíduo que contempla.Pierce diferencia a consciência da razão sem descrédito para nenhuma delas. Na verdade tenta esclarecer a consciência com fundamentos racionais para que possa utilizar argumentos com rigor teórico. Os estudos levaram-no a semelhança da filosofia Oriental.
O refinamento de seus estudos(Pierce) aprofundou os conceitos de suas categorias. Definindo-as como:
Primeiridade
É a sensação do agora, aquilo que o contemplador percebe de forma imediata.
Secunindade
Reflexo daquilo acontecido no primeiro momento, a consideração da existência do fenômeno e do ser que a sente.
Terceiridade
A produção do signo/significado a partir dos conceitos formados pelo próprio contemplador.
A partir do processo de concepção de signo para o indivíduo. Pierce aprofunda seus estudos para classificar e definir o signo. Desta forma é capaz de entender sua totalidade de maneira mais clara.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
[Semiótica] Introdução.
Símbolo Olímpico
Gosto deste símbolo pois expressa a união de diferentes grupos em torno de uma atividade competitiva baseada em regras esportivas civilizadas. Ele expressa o movimento olímpico e a união dos 5 continentes e encontro de vários atletas ao redor do mundo para participarem dos jogos.
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